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Home Economia Negócios

Diamante raro de 646 quilates é encontrado em Minas Gerais

Pedra foi extraída em Coromandel, nas margens do Rio Douradinho, e tem valor estimado de R$ 16 milhões

6 de junho de 2025
em Negócios
0
Diamante raro de 646 quilates é encontrado em Minas Gerais

Diamente foi encontrado em maio. Foto: Reprodução / Redes Sociais.

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Por Ricardo Lima

Um diamante bruto de 646,78 quilates foi localizado em Coromandel, município do Alto Paranaíba, Minas Gerais. A descoberta foi oficializada no fim de maio e posiciona a cidade como palco dos dois maiores diamantes já encontrados no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). Informações divulgadas pelo G1.

Com o novo achado, Coromandel se torna símbolo da mineração de alto valor no Brasil. A cidade, que possui cerca de 29 mil habitantes, agora abriga os dois maiores diamantes descobertos no país: o diamante “Getúlio Vargas”, de 727 quilates, descoberto em 1938, e o diamante de 646,78 quilates, encontrado em 2025.

Avaliação e local da descoberta

A gema, de coloração marrom e aproximadamente 129 gramas, foi avaliada em R$ 16 milhões, conforme informou a Prefeitura de Coromandel. A pedra foi encontrada em uma área legalizada para lavra garimpeira, com permissão ativa de extração concedida pela ANM. A área está localizada às margens do Rio Douradinho.

O prefeito de Coromandel, Fernando Breno, informou que, de acordo com as regras da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), a extração do diamante resultará em uma alíquota de 2% sobre a receita bruta da venda, já descontados os tributos incidentes sobre a comercialização. Com isso, estima-se que aproximadamente R$ 320 mil sejam repassados integralmente ao município pelo Governo Federal.

O responsável pela área onde a pedra foi extraída, cuja identidade permanece em sigilo, declarou oficialmente o achado no Relatório de Transações Comerciais (RTC), por meio do Cadastro Nacional de Comércio de Diamantes (CNCD). A regularização ocorreu no dia 29 de maio, o que habilita a comercialização da gema tanto no mercado interno quanto externo.

Valor de mercado e critérios de avaliação

A relevância do achado gerou repercussão entre especialistas e entusiastas. O geólogo Daniel Fernandes, formado pela Universidade Federal do Mato Grosso, apontou que a avaliação de um diamante considera, em primeiro lugar, o peso em quilates. Além disso, fatores como pureza, transparência e coloração também são determinantes para o valor final da pedra, já que influenciam diretamente na qualidade da lapidação e na raridade da gema.

Em declaração nas redes sociais, o geólogo ressaltou seu entusiasmo com a descoberta. “Fiquei muito feliz em ver o Brasil novamente em destaque. Isso cria esperança para todo garimpeiro que sonha encontrar uma pedra como essa”, comentou. Para ele, embora o país não tenha uma tabela oficial de preços, trata-se de uma pedra extremamente rara.

Origem do quilate

Segundo Daniel, durante a antiguidade, comerciantes notaram que as sementes da carobeira (Ceratonia siliqua), árvore típica da região do Mediterrâneo, apresentavam peso bastante uniforme. Essa característica fez com que fossem utilizadas como padrão em balanças de precisão no comércio de gemas e metais preciosos. Cada semente pesava, em média, 0,2 gramas — valor que acabou originando a unidade de medida conhecida como quilate.

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