Minera Brasil
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Login
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
Sem resultados
Ver todos os resultados
Minera Brasil
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Empresas

Core Energy conclui aquisição integral de projeto de terras raras da Rio Tinto na Bahia

Aquisição envolve 23 áreas na Bahia, com 32,7 mil hectares e anomalias de até 5.123 ppm de óxidos de terras raras; empresa prepara amplo programa de exploração geológica

3 de dezembro de 2025
em Empresas
0
Core Energy conclui aquisição integral de projeto de terras raras da Rio Tinto na Bahia

Visão aérea do Projeto Itambé, na Bahia, que reúne 23 áreas minerárias na Bahia. Imagem: The Bull Market / Reprodução.

Comente, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários! Sua participação é essencial para enriquecer o debate

Por Ricardo Lima

A Core Energy Minerals anunciou ter firmado um acordo vinculante para adquirir 100% do projeto de Terras Raras Itambé, na Bahia, atualmente sob controle da Rio Tinto Desenvolvimentos Minerais Ltda. A transação marca a entrada da companhia em um distrito geológico considerado de classe mundial para terras raras e reforça a estratégia da empresa de ampliar seu portfólio de minerais críticos no Brasil e na Austrália.

Com 32.791 hectares distribuídos em 23 títulos minerários, o Itambé consolida uma oportunidade de escala distrital em uma província reconhecida por projetos de terras raras do tipo íon-adsorvido e em rochas duras. Mesmo com apenas 7% da área previamente investigada, a Rio Tinto havia detectado anomalias geoquímicas contínuas e de alta intensidade, incluindo picos de 5.123 ppm de TREO (óxidos totais de terras raras). A Core planeja um extenso programa de mapeamento, amostragem, geofísica e sondagem para definir novos alvos e avaliar o potencial integral do depósito.

O diretor-gerente da Core Energy Minerals, Tony Greenaway, destacou o potencial da área e a importância estratégica da aquisição. “O vasto terreno é extremamente prospectivo para terras raras. A Rio Tinto, que explorava a região para lítio, havia identificado uma grande anomalia por amostragem de solo, com resultados encorajadores de até 5.123 ppm de TREO”, afirmou o executivo.

Geologia favorável e potencial para novas descobertas

O projeto Itambé está localizado no sudoeste da Bahia, próximo à divisa com Minas Gerais, em um distrito que vem ganhando destaque internacional após novas descobertas, como o projeto Sulista, da Brazilian Rare Earths. A região possui acesso a energia hidrelétrica, aeroporto em Vitória da Conquista — a 60 km — e ligação com o porto de Ilhéus, a cerca de 200 km.

No período em que controlou a área, a Rio Tinto realizou campanhas iniciais de geoquímica e testes de perfuração por trado. Embora o foco fosse o lítio, três zonas amplas de anomalias de terras raras foram identificadas no setor sul dos títulos, incluindo uma área contínua de 5 km por 2 km com valores acima de 1.500 ppm de TREO.

A região é composta por arcóseos, paragnaisses, granitos neoproterozoicos e um sistema de pegmatitos relacionado ao magmatismo tardio do Orógeno Araçuaí. O intemperismo dessas rochas resulta em perfis espessos de solo argiloso e saprolito, capazes de concentrar minerais ricos em elementos de terras raras. O ambiente geológico encontrado é semelhante ao de depósitos importantes no Brasil e no mundo.

A Core considera que grande parte do potencial permanece oculto: 93% da área nunca foi investigada por levantamento geoquímico, geofísico ou perfuração sistemática.

Condições da transação e próximos passos

O acordo prevê pagamento de US$ 200 mil em dinheiro e uma royalty de 1,75% (NSR). Toda a diligência técnica, geológica, econômica e ambiental já foi concluída pelas empresas. A formalização final deve ocorrer em até 30 dias.

A Core Energy anunciou que iniciará imediatamente um programa de exploração composto por:

  • mapeamento geológico e estrutural detalhado;
  • campanhas de amostragem geoquímica de superfície;
  • levantamentos aerogeofísicos (magnetometria, gravimetria e radiometria);
  • perfuração sistemática por trado nas áreas de maior interesse.

A empresa afirma que o próximo ciclo de investigação buscará compreender as rochas-fonte, os processos de mobilização e os caminhos de concentração dos elementos de terras raras, além de definir novos alvos em todo o pacote de 23 tenements.

Compartilhe:

  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: #BAHIAmineraçãoterras raras
Post Anterior

Decisão judicial favorece TriStar Gold em processo do MPF sobre projeto Castelo de Sonhos

Próximo Post

Aura conclui compra da Mineração Serra Grande após firmar TAC ambiental em Goiás

Próximo Post
Aura conclui compra da Mineração Serra Grande após firmar TAC ambiental em Goiás

Aura conclui compra da Mineração Serra Grande após firmar TAC ambiental em Goiás

Deixe uma respostaCancelar resposta

345x345
  • Tendências
  • Comentários
  • Último
Maior mina subterrânea de níquel da América Latina começa a ser implantada na Bahia

Maior mina subterrânea de níquel da América Latina começa a ser implantada na Bahia

26 de março de 2026
St George negocia com empresa americana 40% da produção futura de Terras Raras

St George avalia compra de ativos da Mosaic em Araxá

13 de abril de 2026
Sobre o Memorando de Entendimento entre EUA e Goiás para Minerais Críticos

Sobre o Memorando de Entendimento entre EUA e Goiás para Minerais Críticos

31 de março de 2026
Brasil não terá estatal de minerais críticos nem limitará exportações, afirma relator

Brasil não terá estatal de minerais críticos nem limitará exportações, afirma relator

6 de abril de 2026
Brasil não terá estatal de minerais críticos nem limitará exportações, afirma relator

Minerais críticos: Relator adia apresentação do parecer para dia 4 de maio à pedido do governo

Mosaic vende mina de potássio no Sergipe à VL Mineração por 27 milhões de dólares

Mosaic anuncia paralisação de unidades em MG e planeja colocar ativos de Araxá à venda

Após pedido do governo, relator Arnaldo Jardim adia parecer sobre minerais críticos para o dia 21

Após pedido do governo, relator Arnaldo Jardim adia parecer sobre minerais críticos para o dia 21

Brasil não terá estatal de minerais críticos nem limitará exportações, afirma relator

Brasil não terá estatal de minerais críticos nem limitará exportações, afirma relator

GUIA DE UTILIZAÇÃO NA MINERAÇÃO: LIMITES NORMATIVOS E DISFUNÇÕES REGULATÓRIAS

GUIA DE UTILIZAÇÃO NA MINERAÇÃO: LIMITES NORMATIVOS E DISFUNÇÕES REGULATÓRIAS

23 de abril de 2026
Jaguar Mining registra 9,6 mil onças de ouro no 1º trimestre

Jaguar Mining registra 9,6 mil onças de ouro no 1º trimestre

23 de abril de 2026
Empresas europeias com produção parada devido à escassez de terras raras chinesas

Governo rejeita criação de estatal de terras raras

23 de abril de 2026
G Mining produz 31 mil onças de ouro no 1º trimestre em Tocantizinho

G Mining produz 31 mil onças de ouro no 1º trimestre em Tocantizinho

23 de abril de 2026

Notícias Recentes

GUIA DE UTILIZAÇÃO NA MINERAÇÃO: LIMITES NORMATIVOS E DISFUNÇÕES REGULATÓRIAS

GUIA DE UTILIZAÇÃO NA MINERAÇÃO: LIMITES NORMATIVOS E DISFUNÇÕES REGULATÓRIAS

23 de abril de 2026
Jaguar Mining registra 9,6 mil onças de ouro no 1º trimestre

Jaguar Mining registra 9,6 mil onças de ouro no 1º trimestre

23 de abril de 2026
Empresas europeias com produção parada devido à escassez de terras raras chinesas

Governo rejeita criação de estatal de terras raras

23 de abril de 2026
G Mining produz 31 mil onças de ouro no 1º trimestre em Tocantizinho

G Mining produz 31 mil onças de ouro no 1º trimestre em Tocantizinho

23 de abril de 2026
Minera Brasil

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Navegar no site

  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
  • TV MINERA

Siga o Minera nas redes sociais

Bem vindo de volta!

Faça login com o Google
Faça login com o Linked In
OU

Faça login em sua conta abaixo

Esqueceu a senha?

Recuperar sua senha

Por favor, digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Login
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.
ASSINE NOSSA NEWSLETTER
Fique atualizado com as últimas notíciase inovações do setor mineral brasileiro.
Close
%d