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Por Redação
A WPX Locação e Logística prevê investir até R$ 130 milhões ao longo de 2026 para ampliar sua atuação nos setores de mineração, operações portuárias e logística integrada. O plano marca uma mudança no posicionamento da empresa, que tradicionalmente atuava na locação de máquinas e equipamentos para obras de infraestrutura e passa a oferecer operações integradas, reunindo equipamentos, gestão operacional, logística e tecnologia.
Os investimentos incluem uma nova operação no setor de mineração, em parceria com a LHG Mineração, além da ampliação da presença em terminais logísticos e operações portuárias. Paralelamente, a empresa conduz um processo de desinvestimento em ativos considerados não estratégicos para direcionar recursos às áreas de maior potencial de crescimento.
Entrada na mineração
O principal movimento da companhia é a entrada no segmento de mineração por meio de uma operação desenvolvida em parceria com a LHG Mineração. A atividade será executada pela Transvisa, empresa de logística do grupo, responsável pelo transporte e pela gestão operacional da operação.
O projeto prevê capacidade inicial de movimentação superior a 200 mil toneladas por mês e investimento estimado em R$ 40 milhões, podendo chegar a R$ 70 milhões conforme a expansão das atividades.
“O mercado vem demandando parceiros capazes de entregar não apenas equipamentos, mas soluções completas, com eficiência operacional, previsibilidade e capacidade de gestão. É esse espaço que estamos consolidando dentro da WPX”, afirma o diretor da empresa, Alexandre Petkow.
Expansão em portos e terminais
Além da mineração, a WPX ampliou sua atuação no segmento portuário e de terminais logísticos, em contratos que somam aproximadamente R$ 60 milhões.
A empresa opera na movimentação de grãos e fertilizantes em um porto no Espírito Santo, fornecendo equipamentos de grande porte e realizando a gestão operacional das atividades.
Também mantém operações em terminais localizados no Triângulo Mineiro, considerados estratégicos para o escoamento da produção agroindustrial. Nessas unidades, realiza a movimentação de grãos, fertilizantes e açúcar.
Tecnologia e gestão operacional
Como parte da estratégia de expansão, a companhia também investe em sistemas de monitoramento e gestão operacional voltados ao acompanhamento de indicadores de desempenho, produtividade e redução de custos nas operações.
Ao mesmo tempo, a empresa conduz um processo seletivo de desinvestimento em ativos classificados como não estratégicos, com o objetivo de otimizar a alocação de capital e concentrar investimentos em operações de maior escala.
“Estamos estruturando um ciclo de crescimento relevante, com previsão de investir cerca de R$ 130 milhões em 2026, ao mesmo tempo em que realizamos desinvestimentos estratégicos para otimizar o capital. Nosso foco é crescer com disciplina, direcionando recursos para operações que realmente geram escala, eficiência e valor no longo prazo”, diz Petkow.













