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Por Ricardo Lima
A Vale afirmou neste domingo (1) que já se manifestou judicialmente após o Ministério Público Federal (MPF) ingressar com uma ação cautelar pedindo o bloqueio de R$ 1 bilhão da companhia em razão de um extravasamento ocorrido na mina de Fábrica, em Ouro Preto, Minas Gerais.
Segundo o MPF, a medida busca prevenir o agravamento de supostos danos ambientais causados pelo escoamento de água e sedimentos para áreas localizadas a jusante da mina.
A Vale esclareceu que a ação se refere a uma Tutela Cautelar Antecedente proposta pelo Ministério Público Federal após o extravasamento registrado na mina de Fábrica. O episódio envolveu o escoamento de água e sedimentos para regiões situadas abaixo da área de mineração.
De acordo com a empresa, o MPF pleiteia a adoção de medidas preliminares, entre elas o bloqueio patrimonial no valor de R$ 1 bilhão. O órgão sustenta que a iniciativa tem como objetivo evitar o agravamento de eventuais danos ambientais decorrentes do incidente.
A Vale informou que “já se manifestou nos autos e apresentará oportunamente a sua defesa, dentro do prazo legal”, como consta no comunicado assinado por Marcelo Feriozzi Bacci, vice-presidente da companhia.













