Minera Brasil
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Login
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
Sem resultados
Ver todos os resultados
Minera Brasil
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Regulação Minerária Brasileira

ANM pública novas regras para permissões de lavra garimpeira

Permissões de Lavra Garimpeira deverão respeitar limites de área, apresentar relação nominal de cooperados e comprovar atividade extrativa para renovação; Agência afirma que nova resolução combate fragilidades estruturais de PLGs.

29 de julho de 2026
em Regulação Minerária Brasileira
0
ANM pública novas regras para permissões de lavra garimpeira

Foto: ANM / Divulgação.

Comente, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários! Sua participação é essencial para enriquecer o debate

Por Redação

A Agência Nacional de Mineração (ANM) aprovou uma nova resolução que altera as regras para concessão e renovação das Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs). Entre as principais mudanças estão a fixação de limites de área para pessoas físicas, firmas individuais e cooperativas, a exigência de comprovação de atividade efetiva de lavra para renovação dos títulos e a obrigatoriedade de envio anual da relação nominal atualizada dos cooperados.

A medida foi aprovada por unanimidade pela Diretoria Colegiada da agência e, segundo a ANM, busca enfrentar fragilidades estruturais do regime de PLGs que favorecem a concentração indevida de áreas, práticas especulativas e o uso de títulos minerários para inserção de produção irregular no mercado formal, com impactos socioambientais, sobretudo na Amazônia Legal.

Novos limites e critérios para renovação

Com a nova regulamentação, pessoas físicas e firmas individuais passam a ter limite global de 50 hectares em permissões de lavra garimpeira. Para cooperativas, o limite será de até 1 mil hectares por título.

Além disso, cooperativas deverão encaminhar anualmente, até 15 de março, uma relação nominal atualizada de seus cooperados.

Outra mudança diz respeito à renovação das PLGs. De acordo com a agência, os pedidos somente serão aceitos mediante comprovação de atividade efetiva de lavra, por meio de critérios objetivos, como apresentação do Relatório Anual de Lavra (RAL) com produção declarada, relatório técnico acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e registros fotográficos georreferenciados.

Segundo a ANM, a medida pretende distinguir áreas efetivamente produtivas daquelas mantidas sem atividade, reduzindo a retenção especulativa de direitos minerários.

A resolução também estabelece que novos requerimentos, pedidos de mudança de regime e solicitações de cessão ou transferência de direitos minerários deverão obedecer aos novos limites de área. Caso contrário, os processos poderão ser indeferidos.

Base técnica e segurança jurídica

Durante a votação da proposta, o relator do processo, Fábio Borges, destacou o percurso técnico e jurídico que embasou a nova regulamentação.

“A proposta tratou do tema de forma minuciosa. Partiu de diagnóstico técnico fundamentado, submeteu-se a triplo crivo jurídico, dialogou institucionalmente com o órgão de controle externo mediante consulta formal e pedido de reexame, foi validada operacionalmente pelas unidades descentralizadas que a executarão e teve sua conformidade regulatória atestada pela Superintendência de Política Regulatória (SPR)”, afirmou.

Segundo a ANM, a revisão das regras para PLGs já estava prevista na Agenda Regulatória 2025/2026 e foi consolidada por meio da Resolução ANM nº 208/2025.

Resposta a determinação do TCU

A agência informou que a atualização normativa também responde a um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), publicado em julho de 2025, que concedeu prazo de 90 dias para adoção de medidas relacionadas às permissões que ultrapassassem os novos limites territoriais.

O diretor-geral da ANM, Mauro Sousa, afirmou que a autarquia manteve diálogo com o tribunal durante a elaboração da estratégia regulatória.

“É importante destacar a interação que vem sendo promovida pela nossa auditoria interna com o TCU. Realizamos reuniões com dois ministros sobre o assunto e temos apresentado contribuições para que haja uma apreciação mais adequada sem extrapolar nosso espaço de competência regulatória.”

Conforme a fundamentação do voto do relator, os títulos atualmente vigentes foram concedidos de acordo com a legislação existente à época de suas outorgas. Por isso, segundo a agência, um cancelamento imediato e generalizado poderia gerar insegurança jurídica e ampliar o número de disputas judiciais contra a administração pública.

Impactos operacionais e econômicos

De acordo com a ANM, a aplicação imediata da determinação de cancelamento atingiria 2.931 permissões de lavra garimpeira vigentes, além de 8.555 requerimentos pendentes de análise e 1.640 pedidos de mudança de regime.

A agência avalia que a abertura simultânea desse volume de processos administrativos comprometeria a capacidade operacional das áreas responsáveis pela outorga e fiscalização mineral.

Segundo a autarquia, também foram considerados os impactos sobre cooperativas regularmente constituídas e em atividade produtiva, que poderiam sofrer prejuízos econômicos e sociais caso houvesse cancelamento em massa dos títulos.

Diante desse cenário, a resolução adota uma estratégia de implementação gradual das novas exigências, buscando preservar a segurança jurídica, a capacidade institucional da agência e a continuidade das operações regulares.

O diretor José Fernando ressaltou a atuação das equipes técnicas e jurídicas na elaboração da norma.

“A resolução mostra a importância dos nossos times jurídico e técnico. Eles suportam a diretoria para que possamos votar de forma clara e cristalina, mostrando o quanto a ANM vem evoluindo.”

Na mesma linha, o diretor Luiz Paniago destacou o trabalho das áreas responsáveis pela construção da proposta.

“Importante reconhecer também o trabalho de excelência realizado pelas equipes da Superintendência de Outorga e Títulos Minerários (SOT) e da Superintendência de Política Regulatória na construção da resolução.”

Compartilhe:

  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Post Anterior

Fortalecer a ANM é essencial para o futuro da mineração brasileira

Deixe uma respostaCancelar resposta

345x345
  • Tendências
  • Comentários
  • Último
Com cobre em alta, Paranapanema recebe oferta de US$ 40 milhões de holding de Dubai

Com cobre em alta, Paranapanema recebe oferta de US$ 40 milhões de holding de Dubai

17 de julho de 2026
Novo modelo de classificação pode reenquadrar 30% dos garimpos no Brasil

Novo modelo de classificação pode reenquadrar 30% dos garimpos no Brasil

6 de julho de 2026
Congonhas suspende operações de quatro mineradoras após nuvem de poeira

Congonhas suspende operações de quatro mineradoras após nuvem de poeira

13 de julho de 2026
Cedro implanta sistema avançado de transporte de minério de ferro para substituir trânsito de carretas em Mariana

Cedro implanta sistema avançado de transporte de minério de ferro para substituir trânsito de carretas em Mariana

1 de julho de 2026
Faturamento da mineração cresce 34% no 3º trimestre de 2025, aponta Ibram

Mineração brasileira fatura R$ 150,7 bilhões no primeiro semestre de 2026 e amplia exportações

Justiça nega bloqueio da Vale e MPF entra com novo pedido de R$ 200 milhões

Vale pede destituição de conselheiro acusado de vazar informações confidenciais

Remuneração aos acionistas é anunciada pela Vale

Vale elege Ollie presidente do conselho de administração

Sigma Lithium supera projeção e produz 35 mil toneladas de concentrado de lítio no 2° trimestre

Sigma Lithium supera projeção e produz 35 mil toneladas de concentrado de lítio no 2° trimestre

ANM pública novas regras para permissões de lavra garimpeira

ANM pública novas regras para permissões de lavra garimpeira

29 de julho de 2026
Pablo Cesário assume presidência interina do IBRAM

Fortalecer a ANM é essencial para o futuro da mineração brasileira

29 de julho de 2026
Faturamento da mineração cresce 34% no 3º trimestre de 2025, aponta Ibram

Mineração brasileira fatura R$ 150,7 bilhões no primeiro semestre de 2026 e amplia exportações

28 de julho de 2026
Cobre amplia participação na mineração brasileira e reforça papel estratégico na eletrificação da economia

Cobre amplia participação na mineração brasileira e reforça papel estratégico na eletrificação da economia

28 de julho de 2026

Notícias Recentes

Faturamento da mineração cresce 34% no 3º trimestre de 2025, aponta Ibram

Mineração brasileira fatura R$ 150,7 bilhões no primeiro semestre de 2026 e amplia exportações

28 de julho de 2026
Cobre amplia participação na mineração brasileira e reforça papel estratégico na eletrificação da economia

Cobre amplia participação na mineração brasileira e reforça papel estratégico na eletrificação da economia

28 de julho de 2026
Aura Minerals conclui emissão de debêntures no valor de R$ 1 bilhão para projeto Almas no Tocantins 

Ouro impulsiona faturamento da mineração e cresce 44,2% no primeiro semestre de 2026

28 de julho de 2026
Minério de ferro tem queda de 3,1% no faturamento no primeiro semestre, apesar de avanço das exportações

Minério de ferro tem queda de 3,1% no faturamento no primeiro semestre, apesar de avanço das exportações

28 de julho de 2026
Minera Brasil

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Navegar no site

  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
  • TV MINERA

Siga o Minera nas redes sociais

Bem vindo de volta!

Faça login com o Google
Faça login com o Linked In
OU

Faça login em sua conta abaixo

Esqueceu a senha?

Recuperar sua senha

Por favor, digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Login
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.
ASSINE NOSSA NEWSLETTER
Fique atualizado com as últimas notíciase inovações do setor mineral brasileiro.
Close
%d