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Por Redação
A mineradora canadense Jaguar Mining anunciou nesta segunda-feira (9/3) a retomada das operações na Mina Turmalina, localizada em Minas Gerais, após receber autorização do Núcleo de Emergência Ambiental (NEA). A decisão remove o último impedimento regulatório para o reinício das atividades no Complexo MTL, que inclui a mina subterrânea Turmalina, a planta de processamento e a unidade de filtragem da empresa.
As operações haviam sido suspensas em dezembro de 2024 após um deslizamento na pilha de rejeitos Satinoco. A autorização mais recente, concedida pelo Núcleo de Emergência Ambiental (NEA), encerra o processo de liberação regulatória após as permissões concedidas anteriormente pela Agência Nacional de Mineração (ANM).
Segundo a empresa, as atividades de mineração e processamento de minério começaram no mesmo dia da autorização, com expectativa de aumento gradual da produção nos próximos meses.
O CEO da Jaguar Mining, Luis Albano Tondo, afirmou que a empresa conseguiu cumprir as metas estabelecidas para resolver a situação ainda no primeiro trimestre de 2026. Segundo ele, como parte da remoção da restrição, “o NEA suspendeu o único embargo restante sobre as operações neste complexo”. Ele acrescentou que a Jaguar retomou de forma integral as atividades na Mina Turmalina e aumentará gradualmente a produção até atingir os níveis planejados nos próximos meses.
Com a liberação, a empresa voltou a executar atividades de perfuração, detonação e extração de minério na mina. O complexo também inclui uma planta de processamento, uma unidade de filtragem e uma planta de preenchimento com pasta, que utilizará inicialmente rejeitos como material de preenchimento subterrâneo.
O executivo afirmou que a autorização marca um ponto de virada para a companhia e permite o avanço de sua estratégia de expansão no país. “Agora podemos avançar com todos os aspectos do nosso plano estratégico abrangente de crescimento para 2026 e além, que inclui essa retomada na Mina Turmalina (no Complexo MTL), a retomada na Mina Santa Isabel (no Complexo Paciência) e a continuidade da produção e do desenvolvimento na Mina Pilar (no Complexo Caeté)”, finalizou.













