Minera Brasil
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Cobertura Especial – Exposibram 2026
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Login
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Cobertura Especial – Exposibram 2026
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO
Sem resultados
Ver todos os resultados
Minera Brasil
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Empresas

Vale transforma rejeitos em oportunidade de negócios por meio da mineração circular

Relatório de sustentabilidade mostra que companhia produziu 26,3 milhões de toneladas de minério de ferro com reaproveitamento de estéril e rejeitos em 2025, o equivalente a 8% da produção total

16 de junho de 2026
em Empresas
0
Justiça nega bloqueio da Vale e MPF entra com novo pedido de R$ 200 milhões

Imagem: Vale / Reprodução.

Comente, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários! Sua participação é essencial para enriquecer o debate

Por Redação

A Vale mais do que dobrou, em um ano, a produção de minério de ferro obtida a partir do reaproveitamento de rejeitos e estéreis, alcançando 26,3 milhões de toneladas em 2025. O volume corresponde a cerca de 8% da produção total da companhia e consolida a mineração circular como uma nova oportunidade de negócios da empresa, de acordo com a segunda edição do Relatório de Informações Financeiras Relacionadas à Sustentabilidade, divulgado nesta segunda-feira (15).

O documento, elaborado de forma voluntária com base nos padrões IFRS S1 e S2 do International Sustainability Standards Board (ISSB), amplia a análise de riscos socioambientais e apresenta, pela primeira vez, o reaproveitamento de resíduos da mineração como uma oportunidade estratégica capaz de gerar valor econômico e reduzir impactos ambientais.

“A segunda edição do relatório alinhado ao ISSB reflete a evolução e a maturidade da agenda de sustentabilidade da Vale. Avançamos na integração entre sustentabilidade e finanças, oferecendo informações cada vez mais consistentes e relevantes para a tomada de decisão de investidores de forma responsável”, afirma Grazielle Parenti, vice-presidente executiva de Sustentabilidade da Vale.

Resíduos deixam de ser passivo e passam a gerar receita

O relatório aponta uma mudança de abordagem na gestão de rejeitos e estéreis. Tradicionalmente tratados como passivos ambientais, esses materiais passam a ser considerados fontes potenciais de valor econômico por meio do programa Waste to Value, também chamado de Mineração Circular.

Em 2024, cerca de 4% da produção de minério de ferro da Vale teve origem no reaproveitamento desses materiais. Em 2025, o percentual dobrou para 8%, impulsionado principalmente pelo reprocessamento das barragens de Gelado e Vargem Grande e pelo aproveitamento de pilhas de estéril na mina de Capanema, em Minas Gerais.

A meta da companhia é que 10% de toda a produção de minério de ferro venha de fontes circulares até 2030. O principal caso destacado no relatório é a mina de Capanema, em Ouro Preto (MG), reativada em 2025 após permanecer 22 anos sem operação. O projeto recebeu investimentos de R$ 5,2 bilhões e foi concebido a partir do aproveitamento de uma pilha de estéril acumulada ao longo de décadas.

A operação utiliza processamento a umidade natural, sem consumo de água e sem geração de rejeitos, eliminando a necessidade de barragens. A expectativa da Vale é adicionar cerca de 14 milhões de toneladas anuais à sua capacidade produtiva e obter aproximadamente 100 milhões de toneladas de minério de ferro a partir do reaproveitamento de estéril até 2033.

O empreendimento integra o pacote de R$ 67 bilhões em investimentos previstos pela companhia em Minas Gerais até 2030, voltado principalmente para tecnologias de filtragem e empilhamento a seco de rejeitos.

Novos riscos entram no radar

Além das oportunidades associadas à mineração circular, a segunda edição do relatório amplia o mapeamento de riscos corporativos. Enquanto a primeira versão se concentrou nos impactos relacionados às mudanças climáticas, a nova publicação incorpora quatro temas considerados materiais para os negócios da empresa.

Entre eles está o risco de rompimento de barragens, com potencial para causar danos graves a pessoas, patrimônio e meio ambiente. Também passam a integrar a análise os riscos relacionados ao atraso ou à não obtenção de licenças ambientais, conflitos com comunidades e impactos sobre direitos humanos, além de perigos operacionais associados a equipamentos móveis, instalações industriais e infraestruturas críticas.

Segundo a companhia, esses fatores podem afetar diretamente a capacidade de crescimento, a rentabilidade, a reputação corporativa e a chamada licença social para operar.

Segurança de barragens segue como prioridade

O relatório também reforça os avanços da Vale na gestão de barragens de rejeitos. A companhia informa ter implementado em 2025 o padrão internacional Global Industry Standard on Tailings Management (GISTM) em todas as suas estruturas.

Ao final do ano, nenhuma barragem estava classificada em nível 3 de emergência. Já o programa de descaracterização de barragens a montante alcançou 63% de execução, com 19 das 30 estruturas previstas já concluídas.

A empresa afirma ainda manter uma Política de Gestão de Resíduos Minero-metalúrgicos voltada à redução da geração de rejeitos, ao uso de tecnologias de processamento a seco e ao reaproveitamento de materiais, alinhada aos princípios da economia circular.

Transparência e pioneirismo

A Vale destaca que foi a primeira mineradora do mundo e a primeira empresa brasileira a publicar um relatório seguindo os padrões do ISSB. O documento busca demonstrar os impactos financeiros dos riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade, ampliando a transparência para investidores e demais stakeholders.

Com a nova edição, a companhia reforça a estratégia de integrar desempenho financeiro e sustentabilidade, ao mesmo tempo em que posiciona o reaproveitamento de rejeitos e estéreis como uma das principais frentes de crescimento da mineração circular nos próximos anos.

Compartilhe:

  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Post Anterior

BHP e Microsoft usam inteligência artificial para acelerar extração de cobre

Próximo Post

Tecumseh e UFSCar firmam parceria para desenvolver ímãs de terras raras com matéria-prima brasileira

Próximo Post
Tecumseh e UFSCar firmam parceria para desenvolver ímãs de terras raras com matéria-prima brasileira

Tecumseh e UFSCar firmam parceria para desenvolver ímãs de terras raras com matéria-prima brasileira

Deixe uma respostaCancelar resposta

345x345
  • Tendências
  • Comentários
  • Último
Anglo American contesta críticas e reafirma venda de minas de níquel à MMG

Anglo American alerta que minas de níquel no Brasil podem fechar se a UE bloquear venda à MMG

9 de outubro de 2026
Conselho de minerais críticos; saiba quem são os representantes de estados, municípios, setor privado e instituições de ensino superior

Conselho de minerais críticos; saiba quem são os representantes de estados, municípios, setor privado e instituições de ensino superior

17 de setembro de 2026
Mineração Taboca prevê US$ 100 milhões para ampliar operações no Amazonas

Mineração Taboca prevê US$ 100 milhões para ampliar operações no Amazonas

22 de setembro de 2026
Gold Mountain obtém direito exclusivo para adquirir mina histórica de tungstênio no Brasil

Gold Mountain obtém direito exclusivo para adquirir mina histórica de tungstênio no Brasil

5 de outubro de 2026
Sigma é escolhida pela Nasdaq para tocar sino na Semana do Clima de Nova York após atingir 100% de circularidade

Sigma é escolhida pela Nasdaq para tocar sino na Semana do Clima de Nova York após atingir 100% de circularidade

Minerais críticos: os impactos da nova lei no mercado de M&A

Minerais críticos: os impactos da nova lei no mercado de M&A

Minas Gerais avança rumo ao fim das barragens e fortalece a mineração sustentável com o empilhamento a seco

Projeto desenvolvido pela Cedro Mineração economiza R$ 3,56 milhões por ano em mina de Mariana

Estudo eleva valor do projeto Luanga, da Bravo Mining, para US$ 1,45 bilhão

Estudo eleva valor do projeto Luanga, da Bravo Mining, para US$ 1,45 bilhão

Escala de Trabalho na Mineração

Escala de Trabalho na Mineração

16 de outubro de 2026
Remuneração aos acionistas é anunciada pela Vale

Vale conclui transação e transfere controle da mina de Thompson para nova operadora no Canadá

16 de outubro de 2026
ANM recebe prêmio internacional por excelência na gestão da segurança de barragens de mineração

ANM recebe prêmio internacional por excelência na gestão da segurança de barragens de mineração

16 de outubro de 2026
Potássio do Brasil testa IA para aumentar produção de fertilizante

Potássio do Brasil testa IA para aumentar produção de fertilizante

16 de outubro de 2026

Notícias Recentes

Escala de Trabalho na Mineração

Escala de Trabalho na Mineração

16 de outubro de 2026
Remuneração aos acionistas é anunciada pela Vale

Vale conclui transação e transfere controle da mina de Thompson para nova operadora no Canadá

16 de outubro de 2026
Potássio do Brasil testa IA para aumentar produção de fertilizante

Potássio do Brasil testa IA para aumentar produção de fertilizante

16 de outubro de 2026
PLS aprova expansão de US$ 1,31 bilhão para elevar produção de lítio na Austrália

PLS aprova expansão de US$ 1,31 bilhão para elevar produção de lítio na Austrália

16 de outubro de 2026
Minera Brasil

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Navegar no site

  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO

Siga o Minera nas redes sociais

Bem vindo de volta!

Faça login com o Google
Faça login com o Linked In
OU

Faça login em sua conta abaixo

Esqueceu a senha?

Recuperar sua senha

Por favor, digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Login
plugins premium WordPress
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Cobertura Especial – Exposibram 2026
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Pesquisa Mineral
    • Mulheres na Mineração
    • Transição Energética
    • Artigos & Opinião
    • Legislação
    • Internacional
    • Tecnologia & Inovação
    • Oportunidades
    • Sustentabilidade
    • Política
    • Mineração e Mercado de Capitais
    • Executivos
    • Exclusivo
    • Empresas
    • Eventos
    • TV MINERA
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.
ASSINE NOSSA NEWSLETTER
Fique atualizado com as últimas notíciase inovações do setor mineral brasileiro.
Close
%d