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Por Pedro Henrique Silva
A Samarco aproveitou a abertura das atividades do maior evento do setor mineral, a Exposibram, para realizar uma live comemorativa em celebração aos 49 anos da empresa, em seu respectivo estande. Estiveram reunidos durante a transmissão, o presidente Rodrigo Vilela; a diretora jurídica e de riscos Najla Lamounier; o diretor de operações Sergio Mileipe; o diretor comercial e marketing Paulo Schottz; e a diretora de sustentabilidade, relações governamentais e comunicação Mariana Lisbôa.
Nessa data (24/8), em 1977, a empresa realizou o primeiro embarque de minério de ferro pelo Terminal Marítimo de Ponta Ubu, em Anchieta (ES), dando início a uma trajetória composta por desafios e aprendizados, a exemplo do rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015. Desde então, segundo a companhia, suas operações foram retomadas gradualmente com um novo modelo de disposição de rejeitos, sem a utilização de barragens para essa finalidade, priorizando a segurança enquanto valor inegociável. Homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o Novo Acordo do Rio Doce prevê R$ 170 bilhões em ações de reparação e compensação, representando uma nova etapa desse processo.
Criada a partir da união entre a brasileira Samitri e a norte-americana Marcona Mining Company, a Samarco destaca, ao longo de sua história, ter desenvolvido soluções que contribuíram para transformar e inovar a mineração brasileira. Dentre elas, a implantação do primeiro grande mineroduto do país, com cerca de 400 quilômetros de extensão, conectando Minas Gerais ao Espírito Santo, e de uma das maiores plantas de pelotização da época, possibilitando o aproveitamento de reservas até então consideradas de baixo valor econômico.
A Samarco, que comercializou 15,9 milhões de toneladas de pelotas e finos de minério de ferro em 2025, esteve representada pelo presidente Rodrigo Vilela no 1º Fórum de Entidades e CEOs da Exposibram. Já no dia (27/8), Vilela moderará o Painel: Tendências Transformadoras na Cadeia Produtiva Mineral. O cinquentenário da organização, a ser realizado em 2027, pretende ser mercado pelo maior ciclo de investimentos da história desde a sua criação. “A gente está fazendo uma reconstrução. Essa reconstrução toda é baseada em aprendizado. Nossa história reúne pioneirismo e inovação, mas também desafios que nos transformaram. Estamos construindo uma nova Samarco, mais segura, responsável e preparada para o futuro. Queremos crescer, concluir nossos compromissos de reparação e, sobretudo, continuar contribuindo para o desenvolvimento dos territórios onde estamos presentes. Celebrar esse momento na Exposibram reforça também nossa confiança no futuro da mineração e no papel que a Samarco ainda tem a desempenhar no setor”, afirma Vilela.





