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Keystone mira início de produção no projeto de ouro Juruena, no Mato Grosso

Empresa privada brasileira prevê operação ainda em 2025 e busca consolidar portfólio estratégico

14 de agosto de 2025
em Empresas
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Ouro bate novo recorde histórico, ultrapassando 2.300 dólares

Imagem ilustrativa.

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Por Ricardo Lima

A Keystone Mineração, focada em exploração e produção de ouro, planeja iniciar a operação de seu projeto Juruena, no norte do Mato Grosso, ainda neste ano. Em 2023, a empresa adquiriu o ativo da australiana Meteoric por US$ 20 milhões, em uma transação considerada uma das mais rápidas para um projeto de ouro em implantação no país. Em entrevista original publicada pela BNamericas, o CEO da Keystone, Tim Emerson Chen, detalhou os planos da companhia.

Segundo o CEO, ”Contratamos empresas renomadas para o EPCM e o desenvolvimento. Enquanto todos estimavam prazos de 3 a 7 anos para licenciamento e implantação, estamos executando tudo em 11 meses”. Chen detalha que a equipe operacional foi formada por executivos experientes e empreendedores com foco nos resultados.

O executivo explicou que a Keystone já possui 80 pessoas no campo e prevê a expansão para 300 colaboradores na fase de implementação. A empresa pretende iniciar as operações em novembro, com ramp-up imediato, e avaliará a ampliação da planta piloto, incluindo uma unidade de lixiviação para aumentar a recuperação de ouro.

Chen afirma: “Nossa planta é piloto e estamos avaliando ampliar a capacidade, incluindo uma unidade de lixiviação para aumentar a recuperação. Isso elevaria o investimento para mais de US$ 20 milhões e atrasaria alguns meses a operação, mas traria ganhos significativos”.

Capex e potencial do projeto

O capex inicial do projeto é estimado em até US$ 15 milhões, graças à aquisição de equipamentos usados e reforma interna. Caso a empresa opte pela expansão da planta, o investimento poderá chegar a US$ 40 milhões. O projeto cobre 33 mil hectares, com mais de 70 mil metros de sondagem realizados pelo proprietário anterior, e apresenta potencial de exploração de ouro e cobre, podendo se tornar um ativo de classe mundial.

“O projeto Juruena é grande: são 33 mil hectares com diversos direitos minerais e mais de 70 mil metros de sondagem realizados pelo proprietário anterior. Nosso foco é consolidar a Keystone como plataforma estratégica e, futuramente, agregar outros ativos ao portfólio”, disse Chen, destacando o objetivo de tornar a empresa um player consolidado no setor.

Estratégia de investimento e visão do mercado

Chen esclareceu que o financiamento da Keystone é realizado com capital próprio de investidores privados qualificados, sem planos de abertura de capital no curto prazo. A prioridade da empresa é colocar o projeto em operação, gerar impacto econômico e social e desenvolver práticas sustentáveis.

O CEO reforça: “Consideramos a Keystone um case importante para o mercado, pois somos uma das poucas mineradoras de ouro privadas do país. Nossa prioridade é colocar o projeto em operação, gerar impacto econômico e social na região e contribuir com iniciativas sustentáveis, sem depender de marketing de ESG”.

Sobre o potencial do Brasil, Chen afirmou que o país ainda enfrenta desafios políticos e burocráticos, mas possui recursos naturais estratégicos e enorme oportunidade de exploração mineral. Ele destacou também que investidores ideais são aqueles com visão de longo prazo e familiaridade com o setor, em contraste com capital especulativo que busca retorno rápido

“O investidor ideal na minha visão é aquele já inserido no setor, com capital próprio e visão de longo prazo e não aquele que quer vender um ativo cedo demais e buscar ganhos imediatos”, disse Chen, enfatizando a importância de segurança jurídica e padronização regulatória para atrair capital de qualidade”

Além disso, o CEO comparou o setor mineral ao agronegócio, apontando a necessidade de maior organização e eficiência. “No agro, já trabalhamos com centrais de compras coletivas que reduziam custos ao unir fazendas em um comitê de compras. A mineração, apesar de usar insumos semelhantes, não adota essa prática, o que revela ineficiências”, comentou Chen, ressaltando desafios de tecnologia e logística no setor mineral.

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