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Por Ricardo Lima
A Vale informou na segunda-feira (26) que recebeu um ofício da Prefeitura Municipal de Congonhas determinando a suspensão dos alvarás de funcionamento das atividades da companhia nas unidades de Fábrica e Viga, além da adoção de medidas emergenciais de controle, monitoramento e mitigação ambiental.
A suspensão foi determinada após um extravasamento registrado na madrugada de domingo em uma cava da mineradora na região, episódio que resultou no alagamento de áreas da CSN Mineração na unidade Pires, em Ouro Preto (MG).
Em resposta à decisão do município, a mineradora anunciou a suspensão das operações nas unidades citadas e afirmou que irá se manifestar de forma tempestiva sobre as ações demandadas, colaborando integralmente com as autoridades competentes.
A empresa esclareceu que suas barragens localizadas na região de Congonhas permanecem com condições de estabilidade e segurança inalteradas, sendo monitoradas de forma contínua, 24 horas por dia, sete dias por semana.
A companhia também informou que prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades e reforçou que suas projeções operacionais e financeiras seguem inalteradas, conforme divulgado no Formulário de Referência.
“A Vale reitera seu compromisso com a segurança das pessoas e de suas operações, esclarecendo que suas barragens na região seguem com condições de estabilidade e segurança inalteradas”, afirmou a companhia.
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