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Por Ricardo Lima
O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) anunciou, com profundo pesar, a morte de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da entidade, ocorrida no dia 18 de janeiro de 2026, em Brasília.
Natural de Pernambuco, Raul Jungmann construiu uma trajetória de mais de 50 anos dedicada à vida pública brasileira, reconhecida pela integridade, pelo espírito republicano e pelo compromisso com a democracia, o desenvolvimento sustentável na mineração e o diálogo institucional. Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.
Ao longo de sua carreira, ocupou cargos de grande relevância nacional. Foi presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), exerceu três mandatos como deputado federal e comandou quatro ministérios: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, passando a liderar uma agenda de modernização do setor mineral, com foco nos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança).
Durante sua gestão, o IBRAM ampliou seu protagonismo institucional e reforçou compromissos com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global. A atuação de Jungmann foi marcada pela busca de consensos e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.
Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Ela destaca que, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo, fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, em uma gestão marcada pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.
Raul Jungmann deixa um legado considerado marcante para o Brasil, para o IBRAM e para a indústria da mineração. Em nota, o Instituto manifestou solidariedade à família, aos amigos e aos colegas, agradecendo a contribuição e a dedicação de Jungmann ao país e à vida pública brasileira.
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