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CBA registra lucro de R$ 335 milhões no primeiro trimestre de 2025

Alta no preço do alumínio e desempenho operacional impulsionam receita e rentabilidade da companhia

12 de maio de 2025
em Empresas
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CBA registra lucro de R$ 335 milhões no primeiro trimestre de 2025

(Foto: Reprodução CBA)

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por Fernando Moreira de Souza

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) obteve um lucro líquido de R$ 335 milhões nos primeiros três meses de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 30 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. O desempenho marca uma recuperação significativa, impulsionada pelo aumento do preço internacional do alumínio e por uma gestão operacional mais eficiente.

O EBITDA ajustado somou R$ 430 milhões no trimestre, um avanço de 195% em relação ao primeiro trimestre de 2024. A margem EBITDA ajustada atingiu 18%, representando um crescimento de 9 pontos percentuais na comparação anual. A receita líquida consolidada foi de R$ 2,3 bilhões, com expansão de 38% na mesma base de comparação.

Apesar da estabilidade no volume total de vendas de alumínio, mantido em 120 mil toneladas, a composição por tipo de produto variou. As vendas de alumínio primário representaram 61 mil toneladas, registrando queda de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2024, influenciada por uma redução nas vendas de tarugos, associada à sazonalidade típica do período. Em contrapartida, o aumento nas vendas do lingote P1020 contribuiu para amenizar essa retração.

O segmento de transformados apresentou crescimento de 3%, com vendas de 33 mil toneladas, liderado pelo bom desempenho das folhas. Já o mercado de reciclados teve alta de 19% na comparação anual, alcançando 26 mil toneladas comercializadas. A recuperação dos setores automotivo e de autoconstrução foi determinante para esse resultado. No comparativo com o quarto trimestre de 2024, o crescimento foi de 7%.

Diversos setores da economia mantiveram a demanda aquecida. A indústria automotiva foi impulsionada pela renovação de frotas e pela retomada da produção de carrocerias de ônibus. A construção civil se mostrou resiliente mesmo diante dos juros elevados, enquanto o setor de eletrificação continua demandando grandes volumes de cabos de alumínio, refletindo a expansão da matriz energética nacional.

A atuação da CBA manteve-se fortemente concentrada no mercado interno, com 94% das vendas destinadas ao território nacional, percentual semelhante ao de trimestres anteriores.

A alavancagem financeira da companhia caiu para 2,15 vezes em março de 2025, frente às 2,84 vezes registradas no último trimestre de 2024. Essa redução reflete, em parte, a liquidação antecipada de R$ 525 milhões em dívidas, realizada com recursos próprios.

Além disso, a empresa promoveu uma redução de capital social no valor de R$ 401 milhões para compensar prejuízos acumulados, conforme registrado nas demonstrações financeiras de 2024. A operação não envolveu cancelamento de ações nem devolução de capital aos acionistas.

Avanços em sustentabilidade e reconhecimento internacional

No campo ambiental, a CBA concluiu o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE), auditado por uma consultoria independente. A refinaria de alumina da empresa, localizada em Alumínio (SP), obteve o melhor desempenho global em emissões de carbono nesta etapa, com 0,21 tCO₂e por tonelada de óxido produzido.

No processo de fundição, as emissões foram de 2,87 tCO₂e por tonelada de alumínio líquido, posicionando a CBA no primeiro quartil da curva global, com emissões 3,9 vezes menores do que a média do setor, conforme dados do International Aluminum Institute (IAI).

A companhia também reportou uma redução de 33% nas emissões totais desde 2019, com um índice atual de 2,69 tCO₂e por tonelada de alumínio fundido, em linha com a meta de redução de 40% até 2030, prevista em sua estratégia ESG.

A CBA foi reconhecida pela primeira vez no S&P Global Sustainability Yearbook 2025, figurando entre as empresas com melhores práticas sustentáveis do setor. A empresa foi listada como Sustainability Yearbook Member e Industry Mover, após apresentar a maior evolução relativa em pontuação ESG em seu segmento. Pelo terceiro ano consecutivo, a companhia integra também o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE B3), ocupando a 12ª posição entre 82 empresas avaliadas.

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