segunda-feira, 26 fevereiro, 2024
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Mais do que licenciar temos que engajar as comunidades, defende ABPM

Diretor da ABPM destacou durante 8ª edição do Mineração &/X Comunidades, que o futuro da atividade no país depende de práticas sustentáveis

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O Diretor da ABPM, João Luiz Nogueira de Carvalho participou nesta quarta-feira (14/6), de painel sobre relacionamento com comunidades durante a 8ª edição do Mineração &/X Comunidades, que está sendo realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte e tem como principais metas promover o diálogo construtivo e colaborativo entre a indústria de mineração e as comunidades que são direta e indiretamente impactadas por seus projetos.

João Luiz destacou que o desenvolvimento sustentável da mineração em consenso com as comunidades onde ela atua passa por três pilares: construir um bom relacionamento com as comunidades anfitriãs; responsabilidade do minerador nas práticas de ESG desde o início até o final do empreendimento; e a criação de projetos estruturados e sustentáveis do início até o pós fechamento da mina, em sintonia com as comunidades locais.

“A mineração tem que deixar de ser o patinho feio da sociedade e passar a ser vista como essencial, frisou. De acordo com o executivo para um bom relacionamento com as comunidades é necessário que as empresas estejam atentas às características da população local e impactos do empreendimento ao longo de sua vida útil. Além de identificar as expectativas das comunidades em relação ao projeto. Mas sobretudo, elas precisam elaborar e acompanhar uma estratégia de relacionamento para divulgação de informações relevantes para as comunidades.

João Luiz ressaltou ainda que um relacionamento amistoso com as comunidades legitima o empreendimento, facilita a resolução de conflitos, reduz riscos e custos, aumenta a produtividade e eficiência, garantindo a sustentabilidade do projeto e uma reputação positiva perante o mercado, órgãos públicos e a sociedade.

O dirigente da ABPM avaliou também que o futuro da mineração no país passa pela adoção pelas empresas de boas práticas de ESG.” Na parte ambiental devemos investir no monitoramento de impactos negativos no ar, água e na criação de valor para o entorno, orientando empreendedores vizinhos a cultivar esta prática”.

“Mais do que apenas licenciar temos que criar projetos estruturados, auto sustentáveis e engajar comunidades tradicionais desde o início. As métricas de ESG precisam evoluir junto com o projeto que, por sua vez, devem ajudar o desenvolvimento regional continuado,” avaliou o vice-presidente da ABPM, que finalizou sua fala ponderando que quando a sociedade obtém dividendos com a mineração ela a defende.

8ª edição do Mineração &/X Comunidades  acontece entre os dias 14 e 15 de junho. O evento é gratuito, em parceria entre a Revista Brasil Mineral, a consultoria Integrativo e o Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (SINDIEXTRA).

Assista na integra o primeiro dia do evento:

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