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Jangada Mines garante direito de adquirir 100% de projeto de ouro em Tapajós

Companhia britânica assina acordo preliminar para assumir o projeto de ouro Molly, com recursos estimados em 130 mil onças

10 de fevereiro de 2026
em Empresas
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Jangada Mines garante direito de adquirir 100% de projeto de ouro em Tapajós

Projeto se localiza próximo da Mina Coringa, da Serabi Gold. Imagem: Reprodução da internet.

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Por Ricardo Lima

A Jangada Mines PLC, empresa britânica de desenvolvimento de recursos naturais com foco no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (9) a assinatura de uma carta de intenções (LOI) que lhe garante o direito exclusivo de adquirir 100% do Projeto de Ouro Molly, localizado na província aurífera do Tapajós, no estado do Pará.

O ativo é considerado de alto teor e possui recurso inicial estimado em 130 mil onças de ouro, além de forte potencial de expansão, segundo dados históricos de perfuração e estudos geológicos independentes.

A operação foi firmada com a BGold Mineração Ltda., atual detentora do projeto. De acordo com a Jangada, o acordo faz parte da estratégia da companhia de se consolidar como uma desenvolvedora relevante de ativos auríferos de alta qualidade no Brasil, priorizando projetos avançados, com grande volume de dados técnicos e potencial de reavaliação no curto prazo.

“O Projeto Molly representa um ativo de ouro raso, de alto teor, localizado em uma região aurífera de primeira linha, totalmente alinhado aos nossos critérios de investimento e desenvolvimento”, afirmou o CEO da Jangada Mines, Paulo Misk.

Segundo a empresa, o projeto cobre uma área de 6.656,2 hectares e já conta com mais de 2.800 metros de perfurações históricas, que interceptaram intervalos expressivos de ouro, incluindo resultados como 6,5 metros com teor de 10,5 g/t e 1 metro com teor excepcional de 200 g/t.

Estrutura do negócio

Pelos termos do acordo, a aquisição será realizada de forma escalonada, por meio de pagamentos em caixa e ações, vinculados ao cumprimento de metas de exploração. A BGold manterá uma participação de 2% em royalties sobre a produção futura (NSR).

“É um modelo de transação altamente econômico para obter o controle de um ativo de ouro com potencial excepcional”, explicou o CEO.

Caso a produção comercial não seja iniciada em até cinco anos após a assinatura dos contratos definitivos, a Jangada deverá pagar um adiantamento anual de US$ 100 mil referente ao royalty, valor que poderá ser abatido de pagamentos futuros.

Histórico técnico reforça atratividade do Projeto

Um recurso mineral inferido, em conformidade com o padrão JORC (2004), foi estimado em 2010 em aproximadamente 130 mil onças de ouro, com teor médio de 2 g/t, a partir de 2,1 milhões de toneladas. A estimativa foi elaborada pela consultoria independente Geosure Exploration & Mining Solutions Pty Ltd.

Além disso, análises estatísticas de 180 amostras mineralizadas indicaram valores máximos de até 32,99 g/t de ouro, confirmando a presença de zonas localmente muito ricas dentro de um sistema mais amplo.

A Jangada planeja iniciar imediatamente um programa inicial de perfuração de 2.000 metros, considerado de baixo custo e alto impacto, com foco na expansão do alvo principal, conhecido como Molly 1. Os resultados deverão subsidiar a próxima fase de exploração e a geração de novos alvos.

Além do Projeto Molly, a companhia informou que aguarda ainda para este mês os primeiros resultados de perfuração de sua fase inicial no projeto Paranaíta, também no Brasil, que deverão embasar uma atualização de recursos.

“Nossa equipe tem profundo conhecimento do ambiente geológico e regulatório brasileiro, o que continua sendo fundamental para identificar projetos que possam ser avançados rapidamente”, concluiu Misk. “Estamos focados em construir uma empresa robusta, com múltiplos projetos, crescimento consistente de recursos e uma futura base de produção que gere valor de longo prazo para todos os stakeholders.”

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