Comente, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários! Sua participação é essencial para enriquecer o debate
Por Ricardo Lima
A Vale S.A. projeta que sua subsidiária de metais básicos, a Vale Base Metals (VBM), poderá responder por 30% a 35% do EBITDA consolidado da companhia no longo prazo, segundo atualização de projeções divulgada nesta terça-feira (31/03).
A nova projeção considera um horizonte a partir de 2035 e reforça a estratégia da mineradora de ampliar sua atuação em minerais ligados à transição energética, como cobre e níquel.
De acordo com a companhia, a estimativa de participação da VBM no resultado operacional foi calculada com base em premissas de preços de longo prazo dessas commodities, além do ouro, ancoradas em projeções de analistas de mercado, bem como nas expectativas de produção já divulgadas pela empresa.
No curto prazo, a Vale também revisou as projeções para a geração de caixa da subsidiária. O fluxo de caixa livre da VBM em 2026 deve ficar entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, considerando diferentes cenários de preços para os metais. As estimativas incluem faixas que vão de US$ 11.600 a US$ 13.200 por tonelada para o cobre, de US$ 15.000 a US$ 18.100 para o níquel e de US$ 4.300 a US$ 5.500 por onça troy para o ouro.
As demais projeções financeiras e operacionais da companhia permanecem inalteradas, conforme o Formulário de Referência mais recente, que deverá ser reapresentado com as atualizações dentro do prazo regulatório estabelecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Vale ressalta que as estimativas têm caráter prospectivo e dependem de variáveis como condições de mercado, cenário macroeconômico e desempenho operacional, podendo resultar em diferenças relevantes em relação aos números efetivamente apurados.












