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Por Redação
A Plataforma de Geoquímica do Serviço Geológico do Brasil (SGB), lançada em agosto de 2025, consolida dados técnicos gerados em projetos de campo e amplia o acesso a informações estratégicas para a pesquisa científica e o desenvolvimento do setor mineral.
Com informações sobre a composição química de solos, rochas e sedimentos, a ferramenta permite identificar potencial mineral, apoiar estudos ambientais e subsidiar decisões em políticas públicas e investimentos.
A base reúne dados de 212 projetos, totalizando 177.397 amostras geoquímicas e 273.516 alíquotas. A centralização dessas informações reduz custos com novas campanhas de campo, análises laboratoriais e retrabalho técnico, além de ampliar o acesso público a dados confiáveis e padronizados.
“Quando recuperamos e qualificamos esses dados, evitamos que novos recursos precisem ser investidos em campo ou em laboratório; é uma forma de valorizar o que já foi produzido e otimizar o uso do recurso público”, destaca a pesquisadora em geociências e responsável pela equipe de consistência, Alessandra Moreira.
Em um cenário de expansão da inteligência artificial, a disponibilização de bases abertas ganha relevância por alimentar sistemas que dependem de grandes volumes de dados para gerar análises e identificar padrões. Segundo Marcelo Esteves Almeida do SGB, ferramentas de IA exigem conteúdo confiável e estruturado, e a iniciativa fortalece o uso dessas tecnologias.
A plataforma foi desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Geologia (DEGEO), com apoio da Divisão de Geoquímica (DIGEOQ) e da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM), em parceria com a Divisão de Geoprocessamento (DIGEOP), da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica (DIG)














