quarta-feira, 24 abril, 2024
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Vale conclui a descaracterização do Dique 2 no Programa de Eliminação de Barragens

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A Vale alcançou um marco importante na sua iniciativa de descaracterização de barragens no Brasil ao concluir, neste mês, o processo do Dique 2, uma estrutura construída pelo método a montante na Mina Cauê, localizada em Itabira (MG).

Essa é a 13ª estrutura do tipo eliminada pela Vale desde 2019, sendo a sexta a ser descaracterizada no município, representando mais de 40% das 30 estruturas programadas para serem eliminadas por terem sido construídas pelo mesmo método da barragem de Brumadinho.

O Dique 2 não recebia rejeitos desde 2019, e o processo de descaracterização gerou cerca de 200 empregos, entre diretos e terceirizados, com foco na contratação de mão de obra local.

A eliminação das barragens a montante é parte dos esforços da Vale para transformar a gestão das estruturas de disposição de rejeitos, reduzir riscos e evitar tragédias semelhantes ao rompimento de Brumadinho.

O programa de descaracterização da Vale envolve soluções customizadas para cada estrutura, com ênfase na segurança das pessoas, redução de riscos e preservação ambiental.

Desde 2019, a Vale investiu cerca de R$ 6,2 bilhões no Programa de Descaracterização. Apenas em 2022, cinco estruturas foram completamente descaracterizadas.

Das 13 barragens a montante já eliminadas, dez estavam em Minas Gerais e três no Pará.

Todas as ações nas barragens são monitoradas por equipes técnicas independentes, em conformidade com os acordos estabelecidos com os Ministérios Públicos Estadual e Federal e o Estado de Minas Gerais, além de atender aos requisitos legais.

Em Itabira, o Dique 2 se junta a outras cinco estruturas a montante eliminadas como parte do programa de descaracterização.

Além da eliminação, a Vale construiu uma Estrutura de Contenção a Jusante (ECJ) preventivamente para aumentar a segurança e reduzir impactos em situações de emergência durante as obras de eliminação de outras estruturas, como os diques Minervino e Cordão Nova Vista, da barragem do Pontal.

As estruturas de rejeitos da empresa em Itabira são monitoradas permanentemente pelo Centro de Monitoramento Geotécnico (CMG).

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