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Tarifas dos EUA devem ter pouco efeito sobre mineradoras e siderúrgicas brasileiras

Exposição limitada ao mercado norte-americano reduz impacto direto sobre empresas como Vale, CSN e Usiminas, segundo análises de XP e Bradesco BBI

11 de julho de 2025
em Economia
0
Consumo de alumínio no País cresce 10,2% no 1º semestre puxado por eletricidade e construção civil 

Alumínio brasileiro.

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Por Ricardo Lima

O impacto direto das tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros tende a ser reduzido para as principais empresas de mineração e siderurgia do país, segundo análises preliminares da XP Investimentos e do Bradesco BBI.

Embora haja preocupação com uma eventual escalada protecionista e reflexos sobre o câmbio, a baixa dependência dessas companhias em relação ao mercado norte-americano minimiza os efeitos sobre seus resultados. É o que revela matéria da Infomoney.

Menor risco comercial

Para o Bradesco BBI, os efeitos práticos das novas tarifas sobre a CSN (CSNA3) e a Usiminas (USIM5) devem ser “imateriais”, já que os Estados Unidos respondem por menos de 5% das receitas dessas empresas. A Gerdau (GGBR4), por outro lado, pode até ser beneficiada, segundo o banco, uma vez que parte de sua operação está localizada nos EUA — e pode ganhar competitividade com a restrição a importações de aço semiacabado de outras origens.

No caso da Vale (VALE3) e da CBA (CBAV3), o banco também projeta impactos limitados, dado que apenas cerca de 3% da receita de cada uma dessas empresas vem do mercado norte-americano.

Impacto direto reduzido 

Apesar do impacto direto reduzido, analistas da XP Investimentos alertam para possíveis efeitos colaterais, como aumento da percepção de risco e pressões sobre o real. A corretora estima que a exposição de receita das empresas brasileiras afetadas pelas tarifas varia entre 0% e 4%, destacando CSN, CBA e Vale como as mais expostas — ainda que em níveis considerados baixos.

Além disso, as novas alíquotas seriam aplicadas cumulativamente às tarifas setoriais já existentes, como as da Seção 232, o que pode levar a uma taxação combinada de até 100% sobre produtos como aço e alumínio. “Os principais riscos agora vêm mais do impacto macroeconômico do que de perdas diretas nos balanços das companhias”, avalia a XP.

As tarifas, anunciadas pelo presidente Donald Trump com vigência a partir de 1º de agosto, fazem parte de um pacote mais amplo de medidas protecionistas que mira setores estratégicos, incluindo mineração, siderurgia e energia.



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