Minera Brasil
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Artigos & Opinião
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Legislação
    • Pesquisa Mineral
    • Internacional
    • Mulheres na Mineração
    • Oportunidades
    • Tecnologia & Inovação
    • Transição Energética
    • TV MINERA
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO
  • GEOSGB
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Login
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Artigos & Opinião
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Legislação
    • Pesquisa Mineral
    • Internacional
    • Mulheres na Mineração
    • Oportunidades
    • Tecnologia & Inovação
    • Transição Energética
    • TV MINERA
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO
  • GEOSGB
Sem resultados
Ver todos os resultados
Minera Brasil
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Sustentabilidade

MRN revela jornada de restauração ecológica do Lago Batata

Trabalho científico inédito aborda processo de recuperação de lago amazônico com ecossistema heterogêneo e diversidade de vegetação

31 de janeiro de 2025
em Sustentabilidade
0
MRN revela jornada de restauração ecológica do Lago Batata

Lago Batata, localizado no município de Oriximiná (Pará)

A jornada de restauração ecológica do Lago Batata, localizado no município de Oriximiná (Pará), no coração da Amazônia, transformou-se em modelo de gestão ambiental reconhecido pela comunidade científica. Pela primeira vez, a Mineração Rio do Norte (MRN) narra o trabalho de recuperação realizado no Lago Batata nos últimos 35 anos, seus desafios, soluções, monitoramento participativo e os efeitos dos esforços. Como resultado de programa integrado, as condições ecológicas para a vida aquática, a fauna e a flora vêm se estabelecendo.

“A decisão de contar essa história está alinhada ao compromisso da MRN com as práticas sustentáveis de mineração, o que inclui dar transparência às nossas ações socioambientais, e, no caso do Lago Batata, prestar contas do que foi feito para sua restauração, que hoje se tornou uma referência devido às suas características”, afirma Guido Germani, diretor-presidente da MRN. A empresa partiu do desafio de reverter os danos ambientais causados pelo depósito do rejeito da bauxita no lago na década de 80 – mesmo que realizada com a anuência da legislação da época.

Apesar de ser um material atóxico, composto por água e diferentes tipos de argila, a fauna e a flora foram alteradas em maior ou menor grau. Assoreamento, morte de áreas de igapó, mudança das áreas alagadas e turbidez da água foram alguns dos danos ambientais. “A partir da iniciativa de muitos, iniciou-se o processo de recuperação ambiental, que vem obedecendo a rigorosos critérios científicos e que se alinharam ao conhecimento tradicional. Tudo isso levou ao sucesso desta grande empreitada, cujos resultados, acreditamos, devem ser compartilhados”, destaca o executivo.

Conduzido pela MRN, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1989, o programa é apontado como trabalho científico inédito por restaurar um lago amazônico com ecossistema heterogêneo e grande diversidade de vegetação. A complexidade do “mosaico de ecossistemas” do Batata foi tema de 99 publicações científicas nacionais e internacionais. Baseado nos princípios da sustentabilidade, integridade e respeito às pessoas, o investimento acumulado para essa restauração ecológica supera os R$ 31,5 milhões.

Evidências do Programa de Monitoramento e Estudos Ecológicos no Lago Batata:

● 120 hectares de mata de igapó vegetalizados, que equivalem a 111 campos de futebol.
● 171 espécies de peixes registradas na área impactada.
● Mais de 800 mil mudas de espécies de igapó plantadas.
● Média de 8,53 NTU no índice de turbidez da água na área impactada. Valor é bem abaixo do limite (100 NTU), pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
● 99 publicações científicas, sendo 78 artigos e 21 capítulos de livros, abordando o trabalho de restauração do Lago Batata.
Usina de conhecimento da Amazônia
O Lago Batata tornou-se uma usina de conhecimentos em áreas da ciência ainda pouco conhecidas no Brasil e no exterior, aponta Francisco de Assis Esteves, que é biólogo, doutor em Limnologia, pesquisador e professor da UFRJ. “Hoje, o Batata é um modelo de gestão ambiental bem-sucedido e isso se deve às pesquisas ecológicas desenvolvidas há décadas. O imenso banco de informações vem dando suporte para a tomada de decisões e aplicação de tecnologias baseadas na natureza, visando à restauração ambiental”, explica o especialista.

“Conhecer o funcionamento do Batata baseado em monitoramento robusto e de longa duração forneceu subsídios para manejar áreas onde a regeneração natural não ocorreu. A ciência aprendeu com a natureza como recuperar um lago de inundação”, registra Fábio Roland, doutor em Ecologia e Recursos Naturais e professor da UFRJ. O monitoramento limnológico foi usado para indicar condições do ecossistema como um todo, fornecendo indicadores como a presença de organismos e microrganismos que atestam se água é adequada para vida aquática.

Parte do compromisso com a reparação do Batata foi com a transparência na condução do processo e o diálogo em cada etapa desse trabalho. “Com o tempo e com os esforços da MRN e de muitas partes interessadas, o Lago Batata vai se recuperando. O legado que queremos deixar para as comunidades e para a Amazônia é construir o futuro gerando desenvolvimento econômico com respeito às pessoas e ao meio ambiente”, acrescenta Germani, diretor-presidente da MRN.

Compartilhe:

  • Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Post Anterior

Mosaic amplia produção de fertilizantes fosfatados em Catalão

Próximo Post

BHP firma acordos para comercializar potássio no Brasil

Próximo Post
BHP firma acordos para comercializar potássio no Brasil

BHP firma acordos para comercializar potássio no Brasil

Deixe uma respostaCancelar resposta

345x345
  • Tendências
  • Comentários
  • Último
ANM recebe contribuições para Plano Estratégico 2024-2027

TCU aponta desvio de finalidade em 72% das Guias de Utilização da ANM

22 de janeiro de 2026
Além do petróleo, Venezuela possui potencial mineral relevante

Além do petróleo, Venezuela possui potencial mineral relevante

5 de janeiro de 2026
A Maior Rodada de Disponibilidade da História da ANM: O que Muda na 9ª Edição

A Maior Rodada de Disponibilidade da História da ANM: O que Muda na 9ª Edição

11 de dezembro de 2025
Fusões e aquisições no setor de mineração crescem mais de 50% no primeiro semestre, aponta KPMG

América Latina terá ano movimentado de eventos no setor mineral em 2026

30 de dezembro de 2025
Extração ilegal provoca danos ambientais em áreas da Vale no Pará

Extração ilegal provoca danos ambientais em áreas da Vale no Pará

ANM autoriza retomada de operações da Jaguar Mining na Mina Turmalina

ANM autoriza retomada de operações da Jaguar Mining na Mina Turmalina

Viridis planeja iniciar produção de terras raras em Poços de Caldas em 2028

Viridis recebe apoio de até US$50 milhões para o projeto Colossus de terras raras, em Minas Gerais

Aura obtém Licença de Construção e inicia obras preliminares do Projeto Era Dorada, na Guatemala

Aura obtém Licença de Construção e inicia obras preliminares do Projeto Era Dorada, na Guatemala

Terras raras

Brasil inicia estudos para elaborar Estratégia Nacional de Terras Raras

23 de janeiro de 2026
Extração ilegal provoca danos ambientais em áreas da Vale no Pará

Extração ilegal provoca danos ambientais em áreas da Vale no Pará

22 de janeiro de 2026
ANM recebe contribuições para Plano Estratégico 2024-2027

TCU aponta desvio de finalidade em 72% das Guias de Utilização da ANM

22 de janeiro de 2026
Fusões e aquisições no setor de mineração crescem mais de 50% no primeiro semestre, aponta KPMG

Arrecadação de royalties da mineração atinge R$ 7,9 bilhões em 2025, segundo a ANM

22 de janeiro de 2026

Notícias Recentes

Extração ilegal provoca danos ambientais em áreas da Vale no Pará

Extração ilegal provoca danos ambientais em áreas da Vale no Pará

22 de janeiro de 2026
ANM recebe contribuições para Plano Estratégico 2024-2027

TCU aponta desvio de finalidade em 72% das Guias de Utilização da ANM

22 de janeiro de 2026
Fusões e aquisições no setor de mineração crescem mais de 50% no primeiro semestre, aponta KPMG

Arrecadação de royalties da mineração atinge R$ 7,9 bilhões em 2025, segundo a ANM

22 de janeiro de 2026
Energy Fuels quer ser a maior produtora de terras raras fora da China

Energy Fuels quer ser a maior produtora de terras raras fora da China

22 de janeiro de 2026
Minera Brasil

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Navegar no site

  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO
  • GEOSGB

Siga o Minera nas redes sociais

Bem vindo de volta!

Faça login com o Google
Faça login com o Linked In
OU

Faça login em sua conta abaixo

Esqueceu a senha?

Recuperar sua senha

Por favor, digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Login
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Quem somos
  • Editorias
    • Jazida
    • Artigos & Opinião
    • Economia
    • Negócios
    • Entrevistas
    • Legislação
    • Pesquisa Mineral
    • Internacional
    • Mulheres na Mineração
    • Oportunidades
    • Tecnologia & Inovação
    • Transição Energética
    • TV MINERA
  • TV MINERA
  • GEOINFORMAÇÃO
  • GEOSGB

© 2024 Minera Brasil - Agência de Notícias da Mineração Brasileira.

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.
ASSINE NOSSA NEWSLETTER
Fique atualizado com as últimas notíciase inovações do setor mineral brasileiro.
Close
%d