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por Fernando Moreira de Souza
De acordo com matéria publicada pela Minig.com, as importações de aço e alumínio nos Estados Unidos não estarão sujeitas a tarifas recíprocas, conforme anunciou a Casa Branca. A medida representa um alívio para compradores domésticos, que já enfrentam uma taxa de 25% sobre os principais metais utilizados em diversos setores, como a indústria automotiva e a produção de eletrodomésticos.
A isenção abrange também ouro e cobre, segundo comunicado oficial. A decisão sugere que o governo busca equilibrar os impactos das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, que em fevereiro determinou a taxação de 25% sobre todas as importações desses metais, eliminando isenções anteriores.
As siderúrgicas vêm apresentando um desempenho superior ao do mercado em geral ao longo do ano. O aumento das tarifas impulsionou os preços do aço para os níveis mais altos em mais de um ano. No entanto, a demanda pelo metal permanece fraca devido a um cenário de construção estagnado, inflação persistente e custos elevados de financiamento.
Empresas como Nucor Corp., Steel Dynamics Inc. e United States Steel Corp. já alertaram investidores sobre resultados fracos no primeiro trimestre, refletindo os desafios do setor.
O setor de alumínio tem mostrado desempenho misto em 2025. As ações da Century Aluminum Co. registraram um crescimento de aproximadamente 2% no ano, enquanto a Alcoa Corp., cuja produção de alumínio ocorre majoritariamente fora dos EUA, apresentou uma queda superior a 18%.
Enquanto isso, o mercado de metais preciosos reagiu à política tarifária. O ouro atingiu um recorde histórico durante as negociações na Ásia, enquanto os contratos futuros de cobre registraram queda, refletindo as preocupações dos investidores quanto ao impacto das tarifas na economia global.