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Por Redação
A Bravo Mining Corp. anunciou hoje (18) o início de seu programa de exploração mineral de 2026 no depósito Luanga, localizado no Complexo Mineral de Carajás, no estado do Pará. A campanha inclui 28 mil metros de sondagem voltados à expansão e reclassificação de recursos minerais de paládio, platina, ródio, ouro e níquel.
O projeto, de propriedade integral da companhia, mobiliza quatro sondas de perfuração e integra atividades de sondagem e geofísica com o objetivo de ampliar o conhecimento geológico da área e apoiar o estudo de pré-viabilidade (PFS), previsto para o terceiro trimestre de 2026.
Do total previsto, cerca de 22 mil metros serão destinados à perfuração de preenchimento (infill) e de extensão do depósito Luanga. A estratégia visa aumentar o grau de confiança dos recursos minerais existentes, convertendo recursos inferidos em categorias de maior confiabilidade, como Medidos e Indicados.
Além disso, a perfuração de extensão avaliará áreas onde a estimativa atual de recursos minerais ainda é limitada pela falta de dados geológicos abaixo de aproximadamente 200 metros de profundidade, com potencial de expansão dentro de parâmetros de mineração a céu aberto.
As sondas instaladas no local possuem capacidade de perfuração de até 1.200 metros de profundidade.
Exploração regional e novos alvos profundos
Uma quarta sonda será dedicada a um programa adicional de 6 mil metros focado em novos alvos regionais e em áreas profundas sob o depósito existente. Segundo a empresa, seis áreas prioritárias foram selecionadas após revisão técnica independente conduzida por especialistas internacionais em geologia e geoquímica de intrusões máfico-ultramáficas.
O programa também inclui uma etapa robusta de estudos geofísicos, que deverão refinar o direcionamento das perfurações e apoiar a avaliação sistemática dos alvos identificados.
Segundo o CEO Luis Azevedo, os alvos regionais e profundos resultam de um processo técnico estruturado, que reuniu análises geológicas, geoquímicas e geofísicas conduzidas por consultores independentes em conjunto com a equipe da empresa.
“Esse trabalho fornece uma estrutura para potencialmente desbloquear valor além do atual recurso mineral, ao mesmo tempo em que reduz riscos do projeto de forma sistemática”, disse.
Estratégia paralela a outras frentes de exploração
O início da campanha ocorre após o fortalecimento financeiro da empresa e a criação de uma divisão dedicada à exploração de cobre e ouro.
“Com quatro sondas em operação, estamos avançando um programa equilibrado focado na conversão de recursos, no potencial de crescimento e na exploração sistemática da intrusão de Luanga. As perfurações darão suporte ao estudo de pré-viabilidade, enquanto o programa paralelo reflete nossa crescente confiança no potencial mineral mais amplo da região”, afirmou o CEO Luis Azevedo













