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Kinross bate recorde de produção

12 MAI 22

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  • Kinross bate recorde de produção

Foto da mina de ouro da Kinross em Paracatu. — Foto: kinrross/divulgação

A Kinross Gold Corporation anunciou na quarta-feira (11/5) os seus resultados relativos ao primeiro trimestre de 2022, período em que a empresa anunciou seu plano de alienar todos os seus ativos russos.

Ou seja, os ativos russos da companhia foram excluídos dos resultados do primeiro trimestre. Mesmo assim, a Kinross informou que bateu recorde de produção.

Conforme informou em um comunicado à imprensa, a Kinross registrou um lucro de US$ 82,3 milhões ou US$ 0,07 por ação no primeiro trimestre de 2022, em comparação com US$ 76,2 milhões ou US$ 0,06 reportados no mesmo trimestre do ano passado. O lucro líquido ajustado foi de US$ 70,6 milhões, ou US$ 0,06 por ação

Já as receitas permaneceram relativamente estáveis em US$ 768 milhões.

A empresa também informou que produziu um total de 409.857 onças de ouro, uma queda de 6,1% em relação a 2021. A queda se deu, principalmente, devido à menor produção em Round Mountain e Paracatu, que mais do que compensou a maior produção em Tasiast.

Os preços médios de ouro realizados foram de US$ 1.875 por onça no trimestre, um aumento de 4,9% em relação ao valor do trimestre do ano anterior.

Já o custo de produção das vendas por onça equivalente de ouro foi de US$ 1.003, acima dos US$ 803 do trimestre do ano anterior. O custo total de manutenção por onça equivalente de ouro vendida aumentou 18,4% para US$ 1.245.

Revisão financeira

Enquanto isso, o fluxo de caixa operacional ajustado caiu 12,7% no primeiro trimestre, para US$ 261 milhões. O caixa e equivalentes de caixa eram de US$ 454,2 milhões em 31 de março de 2022, em comparação com US$ 531,5 milhões em 31 de dezembro de 2021.

A dívida de longo prazo, por sua vez, era de US$ 2.688,8 milhões no final do trimestre, um aumento de 69,1% em relação aos US$ 1.589,9 milhões em 31 de dezembro de 2021. 

Projeções

Para 2022, a Kinross disse que espera produzir 2,15 milhões (+/- 5%) de onças equivalentes de ouro, com um custo de produção de vendas de US$ 830 por onça equivalente de ouro.

O custo total de sustentação por onça para 2022 é projetado em US$ 1.150. As despesas de capital estão previstas em cerca de US$ 850 milhões (+/- 5%) para este ano, abaixo dos US$ 1.050 milhões esperados anteriormente.

Em 2023 e 2024, a empresa espera que as despesas de capital sejam de US$ 750 milhões.

“Durante o trimestre, anunciamos a venda de nossos ativos russos e, no final de abril, anunciamos a venda de nossa mina Chirano em Gana. Com esses desinvestimentos pendentes e o fechamento da aquisição da Great Bear Resources, nosso portfólio geral foi reequilibrado, com aproximadamente 70% de nossa produção prevista para ser gerada por nossas minas nas Américas. Mantivemos nossa orientação para nosso portfólio pró-forma, com uma perspectiva de produção substancial de 2,15 milhões de onças de ouro em 2022, que deverá crescer para 2,3 milhões de onças de ouro em 2023”, afirmou o CEO J. Paul Rollinson.

 

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